O custo de vida para quem pretende se mudar para os EUA

De forma abrangente, o custo de vida em Orlando, para quem possui fonte de renda em Dólar, torna as contas cotidianas bem diferentes em comparação com quem possui renda em Real. Abaixo, nós da Drim Properties fizemos uma projeção de custos para uma família de padrão classe média.

Muitos afirmam que o momento para se investir no Brasil não é dos melhores. Trata-se de uma verdadeira caixa de surpresas e a tão sonhada estabilidade parece que só é possível para os que investem em cargos públicos. Uma cultura que se opõe ao estilo de vida norte americano, por exemplo, que estimula a natureza empreendedora dos trabalhadores. O fato é que a saída de investidores brasileiros em direção aos EUA, hoje, é uma realidade. E um dos fatores que pesa é o custo de vida.

Em março de 2015, uma pesquisa realizada pela Forbes ranqueou as 25 cidades norte americanas com o maior custo de vida, baseado no salário médio das famílias em comparação com as despesas relacionadas com imóveis, consumo, saúde, transporte, etc. Duas cidades da Flórida aparecem na lista: West Palm Beach; onde preço médio de imóveis, por exemplo, é de 210 mil dólares; e Miami, com imóveis valendo uma média de 200 mil dólares. Em Orlando, esses números relacionados ao setor imobiliário caem para algo em torno dos 180 mil dólares. E, em comparação com o Brasil, pode-se incluir nessa lista carros e aparelhos eletrônicos com preços mais atraentes, além de um estilo de vida – o famoso "American way of life" – que permite muito mais.

De forma abrangente, o custo de vida em Orlando, para quem possui fonte de renda em Dólar, tornam as contas do dia a dia bem diferentes em comparação com quem possui renda em Real. Falando em gastos cotidianos e utilizando Orlando como parâmetro, no Brasil esses valores são muito maiores e com pouco retorno. Mas o custo de vida nos EUA depende de onde você mora. E, só em Orlando, a manutenção do cotidiano de uma típica família de classe média – dois adultos e duas crianças –, por exemplo, pode girar em torno de U$ 2 mil por mês.

No modelo americano, os gastos que fazem parte de um planejamento familiar se distanciam do contexto brasileiro porque, quando uma família brasileira com esse perfil se muda para os EUA, o custo cotidiano fica muito mais barato. Isso se explica porque o poder de compra do Dólar é muito mais significativo em comparação com o Real. Em unidades monetárias, por exemplo, ter 100 dólares em mãos nos EUA significa ter um poder de compra e de negociação muito maior do que 100 reais no Brasil.

Mas antes de tudo, se você quer viver nos EUA, é preciso explicar que, entre ir como turista e morar lá, também são duas modalidades de custos muito diferentes. E quando um brasileiro pretende morar nos EUA, algumas medidas devem ser providenciadas. Para tanto, a Drim Properties realiza o sonho de quem quer se mudar para solo norte americano, sendo muito mais do que uma imobiliária. A Drim faz o serviço de assessoria ao investidor que vislumbra se mudar para Orlando, em praticamente todas as instâncias, desde a abertura de uma conta local, passando pelo serviço de assistência jurídica, até a realização do sonho que é comprar a casa própria nas melhores localizações. Ou seja, a Drim torna o seu sonho de viver nos EUA uma realidade. Abaixo, iremos mostrar alguns exemplos de valores para aqueles que já estão decididos ou que pensam em viver na terra do Tio Sam e querem ter uma noção do padrão de vida norte americano.

Moradia – De cara, se você decide alugar um imóvel para morar, é preciso comprovar renda de três vezes o valor líquido do aluguel, pagar adiantado o primeiro e o último mês do mesmo e realizar um depósito caução correspondente um mês. Ou seja, é preciso pagar o valor de três meses de aluguel antecipado, no primeiro mês. Mas, como parâmetro, utilizaremos os preços para compra de imóveis que são muito em conta e muito mais atraentes em relação a Miami, por exemplo, seja para morar ou para investir em aluguel. Resumindo, em Orlando, um apartamento de 140 m² pode custar em torno de US$ 200 mil (cerca de R$ 600 mil). Em comparação com o Brasil, para se ter uma ideia, No Leblon – zona sul do Rio de Janeiro, considerado o metro quadrado mais caro do país –, um apartamento do mesmo padrão pode custar até R$ 1,2 milhão.

Para se manter uma casa de férias, por exemplo, o custo médio depende do tamanho e da localização. Vamos utilizar como referência os valores mensais de quem é proprietário de uma casa de cinco quartos, em Davenport, no condomínio Watersongs, de aproximadamente U$ 350.000,00. Neste caso, o imposto Property Tax – que equivale ao IPTU no Brasil – seria de aproximadamente U$ 350,00. O condomínio custa em média U$ 250,00; água e luz, U$ 300,00. Além disso, o orçamento desse tipo de propriedade inclui despesas como limpeza de piscina (U$ 95,00), telefone, internet e TV a cabo (U$ 130,00), seguro da propriedade (U$ 120,00), administração (U$ 150,00), etc. 

Somando tudo, uma casa desse tamanho teria um custo médio mensal fixo de aproximadamente $1,390.00. Caso o proprietário decida alugar por uma diária de U$ 300,00 durante 10 dias, terá um lucro de U$ 3.000,00. Tirando as despesas, ainda teria uma saldo positivo de U$ 855,00 por mês. Ou seja, sem falar na valorização do imóvel, trata-se de um ótimo investimento, seja para se divertir com a família, seja para lucrar com aluguel.

Impostos – Na Flórida, os impostos cobrados pelo Estado são relativamente baixos em relação a grandes centros urbanos, como Nova York e Califórnia. Os sales taxes – taxa de vendas adicionado no preço na hora da compra e que pode variar em casa estado – em Orlando também são menores. Na Flórida, a taxa é de 6.62%, enquanto em Nova Iorque, por exemplo, pode chegar a 8,5%. No estado da Flórida nenhum imposto é cobrado sobre alimentos comprados em supermercados. Por outro lado, em restaurantes e bares são aplicadas as mesmas taxas de bens de consumo. Ou seja, comer fora de casa, inclui acréscimos de taxas e gorjetas.

Listaremos a seguir um exemplo meramente ilustrativo das principais despesas mensais de quem mora nos EUA, levando em consideração o salário mínimo na Flórida, para quem trabalha durante 44 horas semanais, que é de $ 1.395,68: Água (U$ 50,00), luz (U$ 150,00), TV/internet/telefone fixo (U$ 165,00), serviços de jardinagem (U$ 50,00), celular (U$ 90,00), seguro de veículo (U$ 100), combustível (U$ 70), plano de saúde (entre U$ 400,00 e U$ 700,00), IPVA (U$ 60,00 por ano, pago em parcela única), Compras do mês em mercado (pode variar de U$ 500,00 a U$ 1.000,00). Total: U$ 1.635,00. Ou seja, com uma média de dois a três salários mínimos norte americanos, é possível fazer muito mais e ter um poder de compra muito maior do que quem ganha valores correspondentes no Brasil. 

*Observação: É preciso lembrar que essa estimativa mensal faz parte de uma projeção de uma família com quatro pessoas com hábitos de classe média e filhos matriculados em escolas públicas. Importante frisar que o padrão de vida de uma família nos EUA depende muito do local, do tamanho da casa, da família e muitos outros fatores, como o estilo de vida, as opções de lazer.

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